Por que investir em embalagens impressas?



Compartilhe:

Qualquer embalagem que tenha sido impressa com textos ou gráficos como sacolas, rótulos, caixas, entre outros tipos, são usadas para fechar, proteger ou transportar um produto.

 

As tecnologias de impressão melhoraram significativamente nos últimos anos, resultando em várias técnicas de impressão disponíveis com base no material da embalagem e tamanho que podem variar em impressão offset, digital ou serigráfica. As vantagens são:

 

1 - Para diferenciar os produtos de seus concorrentes

As embalagens impressas entregam mais flexibilidade e criatividade além de um simples logotipo ou escolha de cores. Se você é uma empresa e seu produto está dentro de uma sacola simples, os clientes podem não conhecer a diferenciação em torno de seu produto, o que é importante transmitir em um mercado competitivo. O uso de embalagens impressas permite divulgar mensagens que ajudarão os clientes a entender por que devem escolher seu produto em vez de outras alternativas. Principalmente se o seu produto estiver exposto em uma loja, isso pode fazer uma grande diferença nas vendas.

 

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

2 - Criar uma mensagem de marketing consistente promovendo sua marca em toda a linha de produtos

A construção de embalagens impressas permite que você traga consistência aos seus produtos. Por exemplo, o uso de cores não apenas explica a mensagem da marca, mas também pode retratar sentimentos emocionais. Portanto, escolher embalagens impressas com uma cor específica fará com que você sinta que a própria embalagem faz parte da mensagem de marketing, assim como o produto. Por exemplo, se você promover meias sustentáveis, geralmente são baseadas na cor verde. Também pode ser benéfico escolher o verde para o seu logotipo, que será impresso na sua embalagem. 

 

Investir em embalagens impressas é uma forma de aumentar a lucratividade do seu negócio!

Conheça as melhores tecnologias para produzir embalagens de papelão e sacolas, clique aqui!

 

Tags: Papelão Fast Food Cartão

Posts recentes
No delivery, a caixa é o garçom

No restaurante, o garçom entrega o prato, representa a casa e cria a primeira impressão. No delivery, esse papel é da caixa. Ela precisa chegar bonita, proteger o alimento, abrir fácil e não virar uma novela de terror com molho vazando e marca sumida.


Máquina boa avisa antes de parar

Uma máquina parada no meio de um pedido urgente nunca para sozinha. Ela leva junto prazo, margem e confiança. E quanto vale descobrir o problema antes que vire atraso e cliente cobrando prazo? Durante muito tempo, manutenção era reação. A máquina parava, a equipe corria, o técnico era chamado e a produção esperava. Hoje, o jogo começa a mudar.


Setup longo é imposto invisível

Quanto custa uma máquina parada esperando acerto? E uma equipe olhando a produção antes da primeira peça boa? Setup parece troca de trabalho. Na prática, consome prazo, margem e paciência. É um imposto invisível na fábrica. Ninguém emite boleto, mas a conta chega no mês.


PDF bonito também pode mentir

O arquivo abriu bonito na tela, o cliente aprovou e todo mundo achou que estava tudo certo. Mas quem vive a rotina de uma gráfica sabe que PDF bonito nem sempre é PDF pronto para produção.


Preto “bonito” que sai caro

Tem um erro que aparece toda semana na gráfica. A arte chega linda. Fundo preto “profundo”. Tudo aprovado. Aí começa a impressão… e o preto vira problema. O culpado quase sempre é o preto calçado usado do jeito errado.


O preço real chega dentro do container

Na planilha, muita compra parece perfeita. Preço bom, máquina bonita, proposta atraente, aquele sentimento de “agora eu fiz negócio”. Mas aí vem o frete internacional, imposto, desembaraço, variação cambial, prazo, peça, instalação com especialistas e suporte técnico.


Velocidade sem estabilidade só acelera o erro

Comprar uma máquina mais rápida parece sempre uma boa decisão. Afinal, quem não quer produzir mais em menos tempo? Mas existe uma diferença enorme entre velocidade no catálogo e produtividade real no chão de fábrica.


Caixa pronta em uma passagem

Imagine o papelão entrando de um lado e a caixa saindo quase pronta do outro. Menos etapas. Menos movimentação. Menos espera entre processos. É esse tipo de produtividade que muda o ritmo de uma cartonagem, de um fabricante de caixas ou de uma indústria de embalagens.


Papel barato pode custar caro

Comprar papel olhando só o preço parece economia. Até a produção começar a reclamar. O papel mais barato pode trazer pó, variação, parada de máquina, falha de impressão, perda no vinco, problema na laminação e mais desperdício.


O fornecedor virou parte da produção

Comprar bem nunca foi só comparar preço. Na prática, o fornecedor entra na fábrica junto com a máquina, com o papel, com o insumo, com a peça de reposição e, principalmente, com a resposta quando alguma coisa sai do combinado.


IA vai entrar pela pré-impressão

O "Exterminador do Futuro" não vai começar pela diretoria... Ele vai começar pelo Trapping.  Muita gente perde o sono achando que a Inteligência Artificial vai acordar amanhã, assumir o controle de grandes gráficas e tomar decisões corporativas complexas de bilhões de dólares.


A umidade também manda na produção

No sistema produtivo, nem sempre o problema está na máquina, no operador ou no fornecedor. Às vezes, quem resolveu participar da produção foi a umidade do ar. E ela não costuma pedir licença.


Bobina ou Folha Solta?

No mercado gráfico, comparar papel apenas pelo preço de compra pode esconder parte importante da conta. Para o empresário, o que realmente importa é entender quanto esse papel custa dentro da operação inteira.


O acabamento pode engolir a promessa do digital

A impressão digital chegou com uma proposta forte para o mercado editorial. Tiragens menores, prazos mais curtos, menos estoque parado e mais flexibilidade para editoras, gráficas e empresas de conteúdo. Mas existe um detalhe que não cabe no discurso bonito da velocidade.


Digital e offset não precisam brigar

Tem discussão no mercado gráfico que parece reunião de condomínio. De um lado, alguém defendendo o offset como se fosse patrimônio histórico da humanidade. Do outro, alguém falando do digital como se tivesse inventado a impressão ontem de manhã.


Catálogo colorido voltou a ter valor

Tem cliente que até gosta de receber link. Mas, na hora de comparar produto, medida, acabamento e aplicação, um catálogo bem feito ainda entra na reunião com moral.


Quando o estoque de livros fecha o gol das editoras

Durante muito tempo, falar de livro, apostila ou catálogo era quase sempre falar de grande tiragem. Produzir muito para o custo unitário cair, estocar bastante e torcer para tudo girar bem. Quem nunca viu uma pilha de material parado ocupando espaço como se estivesse pagando aluguel?


Embalagem para produtos baratos

Na prateleira, o produto popular tem poucos segundos para ganhar confiança. O preço ajuda, claro. Mas se a embalagem parece frágil, mal impressa ou feita no susto, o consumidor desconfia antes mesmo de pegar na mão. E desconfiança, no varejo, pesa mais que desconto.


Técnico bom chega antes do prejuízo

O primeiro sinal quase nunca grita. Ele aparece baixinho, no ruído diferente, na vibração discreta, no ajuste fora do padrão ou naquela peça que parece pedir férias antes da hora. Por isso, técnico bom não é apenas aquele que aparece na emergência.


A Regency e a virada para o digital

A Regency Labels é uma gráfica familiar com muitos anos de estrada no mercado de rótulos. A base da empresa sempre foi a flexografia. Máquina robusta, produção firme, operador experiente com aquele conhecimento de chão de fábrica. Mas o mercado começou a mudar.


Veja Mais

Clientes