Máquina cara não se compra por foto bonita
Quando o investimento é alto, o empresário gráfico não está comprando apenas aço, velocidade, ficha técnica e aquele vídeo bonito rodando tudo perfeito. Ele está comprando segurança.

Bart Lavrijsen, diretor comercial da IPB Printing (antiga aL Printing), explica: “A enorme flexibilidade oferecida pela Xeikon 3500 para imprimir rótulos autoadesivos e In Mold Label (IML), abriu uma série de oportunidades para nossos clientes. Normalmente, são proprietários de marcas nos setores de varejo, aliementos e bebidas, bem como nos setores de derivados de petróleo", continua, "o processo rotativo completo de impressão da Xeikon não limita o comprimento do rótulo, e a largura de 508 mm aumenta ainda mais nossa produtividade, praticamente sem desperdícios. A resistência UV dos toners Xeikon é muito importante, principalmente ao produzir trabalhos de rótulos no molde que fica na prateleira do supermercado por algum tempo, o toners também são aprovados pela FDA para uso com alimentos. Por muito tempo, nossos clientes pediram a capacidade de produzir pequenas tiragens economicamente e com a opção de personalização, com a Xeikon 3500 temosa solução perfeita".


Quando o investimento é alto, o empresário gráfico não está comprando apenas aço, velocidade, ficha técnica e aquele vídeo bonito rodando tudo perfeito. Ele está comprando segurança.
Muita gráfica olha para a produção e já pensa logo na máquina. “Preciso de mais velocidade.” | “Preciso de outro equipamento.” | “Preciso produzir mais.” E, muitas vezes, isso faz sentido. Mas nem sempre o gargalo está onde o barulho é maior.
Muita gráfica investe em impressão digital esperando velocidade, flexibilidade e margem. E faz sentido. O digital nasceu para tiragens menores, personalização, menos estoque e resposta rápida. Mas um detalhe costuma ser esquecido no entusiasmo da máquina nova. Impressão digital não é só outra tecnologia. É outro jeito de produzir.
Toda gráfica tem alguém que “sabe tudo”. Sabe o ajuste fino da máquina, lembra a manha daquele material complicado, conhece o cliente mais exigente, resolve o arquivo problemático e ainda sabe onde está aquela peça que ninguém encontra. Isso é valioso. Mas também é perigoso.
No restaurante, o garçom entrega o prato, representa a casa e cria a primeira impressão. No delivery, esse papel é da caixa. Ela precisa chegar bonita, proteger o alimento, abrir fácil e não virar uma novela de terror com molho vazando e marca sumida.